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Calculadora de ISS

Calcule o ISS, NISS e a probabilidade de sobrevivência do TRISS a partir das pontuações de severidade das regiões corporais do AIS

Selecione a pior pontuação de severidade do AIS para cada região corporal. Deixe em 0 (Nenhuma) se a região não foi lesionada.

Cérebro, crânio, coluna cervical, medula espinhal no nível cervical

Esqueleto facial, nariz, boca, olhos, ouvidos

Parede torácica, caixa torácica, coluna torácica, diafragma, pulmões, coração, grandes vasos

Órgãos abdominais (fígado, baço, rins, intestinos), conteúdos pélvicos, coluna lombar

Braços, pernas, cintura pélvica, entorses, fraturas, luxações, lesões vasculares

Pele: lacerações, contusões, queimaduras, hipotermia, quase afogamento, esmagamento

Insira os Pontos da Região Corporal AIS

Selecione a gravidade AIS mais grave para cada região do corpo ferida acima. ISS, NISS e a classificação de gravidade aparecerão aqui.

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Como Usar a Calculadora de ISS

1

Avalie e Classifique Cada Região do Corpo

Para cada uma das seis regiões do corpo do ISS (Cabeça/Pescoço, Face, Tórax, Abdômen, Extremidades, Externo), selecione o código de gravidade AIS que melhor descreve a pior lesão naquela região. Use 0 (Nenhuma) para regiões não feridas. Os códigos AIS variam de 1 (Menor) a 5 (Crítica) até 6 (Incompatível com a vida). Classifique com base no diagnóstico completo da lesão, não apenas na apresentação inicial.

2

Revise Seu ISS e Classificação de Gravidade

A calculadora computa automaticamente o ISS como a soma dos quadrados dos três maiores escores AIS de diferentes regiões. Se qualquer região pontuar AIS-6, o ISS é automaticamente definido como 75. Revise a classificação de gravidade (Menor: 1-8, Moderada: 9-15, Severa: 16-24, Muito Severa: 25-74, Máxima: 75) e observe a bandeira de trauma maior se o ISS exceder 15.

3

Compare ISS com NISS

Revise o NISS (Novo Escore de Gravidade da Lesão), que conta os três maiores escores AIS independentemente da região do corpo. Se o NISS for igual ao ISS, as três lesões mais severas estão em regiões diferentes. Se o NISS for maior que o ISS, o paciente tem múltiplas lesões graves na mesma região do corpo, que o ISS subestima. O NISS é tipicamente preferido para pacientes com trauma penetrante.

4

Calcule a Probabilidade de Sobrevivência TRISS (Opcional)

Expanda a seção da Calculadora TRISS e insira o escore da Escala de Coma de Glasgow do paciente (3-15), pressão arterial sistólica (mmHg), frequência respiratória (respirações/min), idade e mecanismo da lesão (contundente ou penetrante). A calculadora calculará o Escore de Trauma Revisado (RTS) e a probabilidade de sobrevivência TRISS — uma estimativa em nível populacional útil para auditoria de trauma e melhoria da qualidade.

Perguntas Frequentes

O que é o Escore de Gravidade da Lesão (ISS) e quem o utiliza?

O Escore de Gravidade da Lesão (ISS) é um sistema de pontuação anatômica validado que quantifica a gravidade geral do trauma em pacientes com múltiplas lesões. Foi desenvolvido por Baker et al. em 1974, inicialmente validado em pacientes de colisão de veículos motorizados em Baltimore. O ISS é utilizado mundialmente por cirurgiões de trauma, médicos de emergência, registradores de trauma e pesquisadores. É necessário para a designação pelo Comitê de Trauma do Colégio Americano de Cirurgiões e é utilizado em registros de trauma como NTDB, TQIP e ACS TQIP. As aplicações primárias incluem melhoria da qualidade do trauma, comparação entre centros de trauma, publicações de pesquisa, alocação de recursos e relatórios regulatórios. O ISS não é apropriado para triagem aguda à beira do leito, pois um diagnóstico completo da lesão é necessário antes da pontuação.

Por que ISS = 75 automaticamente quando qualquer região pontua AIS-6?

Uma lesão AIS-6 é, por definição, incompatível com a vida — representa lesões que são incompatíveis com a vida com base no sistema de codificação AIS. Exemplos incluem decapitação, lesão de esmagamento completa na cabeça, hemipelvectomia traumática ou queimaduras massivas que excedem 90% da área da superfície corporal. Quando qualquer região do corpo é atribuída AIS-6, nenhum cálculo matemático é necessário porque a lesão em si é definida como não sobrevivível. Definir o ISS automaticamente como 75 evita pontuações enganosas — sem essa regra, um paciente com lesões na cabeça AIS-6 e facial AIS-1 pontuaria apenas 36 + 1 = 37, o que não reflete a gravidade da situação. O máximo automático de 75 também é matematicamente a pontuação mais alta alcançável (5² + 5² + 5² = 75).

Qual é a diferença entre ISS e NISS, e quando isso importa?

O ISS (Escore de Gravidade da Lesão) usa apenas o maior escore AIS de cada uma das seis regiões do corpo, depois eleva ao quadrado e soma os três maiores escores regionais. Isso significa que se um paciente tiver duas lesões torácicas avaliadas como AIS-4 e AIS-3, o ISS conta apenas o AIS-4 para a região do tórax. O NISS (Novo Escore de Gravidade da Lesão) remove essa restrição e usa os três maiores escores AIS de qualquer região do corpo. No nosso exemplo de lesão torácica, o NISS contaria tanto as lesões AIS-4 quanto AIS-3 do tórax, dando uma pontuação mais alta e, argumentavelmente, mais precisa. Pesquisas mostraram que o NISS supera o ISS na previsão de mortalidade e complicações em pacientes com trauma penetrante e aqueles com lesões concentradas em uma única região. Para o trauma contundente clássico de múltiplos sistemas que afeta diferentes regiões, ISS e NISS frequentemente concordam. Na ausência de múltiplas lesões na mesma região, o NISS sempre é igual ao ISS.

O que significa clinicamente a probabilidade de sobrevivência TRISS?

O TRISS (Escore de Gravidade da Lesão por Trauma) é um modelo de regressão logística que gera uma probabilidade de sobrevivência (Ps) de 0 a 100 por cento para um determinado perfil de paciente. A Ps é calculada usando ISS (gravidade anatômica), RTS (estado fisiológico: GCS + PAS + FR), faixa etária e mecanismo da lesão. Uma Ps de 0,85 significa que, com base nos resultados históricos do banco de dados MTOS, 85% dos pacientes com esse perfil devem sobreviver. O TRISS não é um prognóstico para o paciente individual — é um benchmark em nível populacional. Seu uso principal é na melhoria da qualidade do trauma: se um paciente com Ps de 0,90 morre, os clínicos investigam se fatores de atendimento contribuíram. Se um paciente com Ps de 0,10 sobrevive, isso é documentado como um sobrevivente inesperado, destacando um atendimento potencialmente excepcional ou resiliência subestimada.

O que é o Escore de Trauma Revisado (RTS) e como é calculado?

O Escore de Trauma Revisado (RTS) é um sistema de pontuação fisiológica que quantifica o estado hemodinâmico e neurológico usando três parâmetros: Escala de Coma de Glasgow (GCS), pressão arterial sistólica (PAS) e frequência respiratória (FR). Cada parâmetro é codificado para um valor de 0-4 com base em faixas específicas. GCS 13-15 = 4, GCS 9-12 = 3, GCS 6-8 = 2, GCS 4-5 = 1, GCS 3 = 0. PAS maior que 89 = 4, PAS 76-89 = 3, PAS 50-75 = 2, PAS 1-49 = 1, PAS 0 = 0. FR 10-29 = 4, FR acima de 29 = 3, FR 6-9 = 2, FR 1-5 = 1, FR 0 = 0. Esses valores codificados são ponderados e somados: RTS = (0,9368 × GCS_codificado) + (0,7326 × PAS_codificado) + (0,2908 × FR_codificado), dando um intervalo de 0 a 7,84. Um RTS abaixo de 4 sugere que o paciente deve ser transferido para um centro de trauma designado.

Quão preciso é o ISS e quais são suas principais limitações?

O ISS foi validado em centenas de milhares de pacientes com trauma e prevê de forma confiável mortalidade, duração da internação hospitalar, taxas de admissão em UTI e utilização de recursos em nível populacional. Suas principais limitações estão bem estabelecidas. Primeiro, apenas o maior AIS por região do corpo é contado, fazendo com que o ISS subestime a gravidade quando múltiplas lesões graves ocorrem na mesma região — o NISS aborda isso. Segundo, o ISS requer avaliação completa da lesão, incluindo imagens, achados operatórios e diagnósticos finais, portanto não pode ser calculado durante a fase aguda de ressuscitação. Terceiro, a pontuação é totalmente anatômica, sem dados fisiológicos — um paciente com escores ISS idênticos pode ter desfechos muito diferentes com base na reserva fisiológica, idade, comorbidades e tempo até o atendimento. Quarto, a codificação precisa de AIS é complexa e requer treinamento dedicado, o que significa que a confiabilidade entre avaliadores pode variar. Quinto, o ISS foi desenvolvido e validado em populações de trauma adulto e é menos bem calibrado para lesões pediátricas.